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Em 28/09/2015 | 17:50h

Presidente da Vivo defende direitos iguais para WhatsApp e operadoras

Presidente da Vivo defende direitos iguais para WhatsApp e operadoras


O fundador da GVT e atual da presidente da Telefônica Vivo, Amos Genish, completou nesta semana seis meses à frente da companhia brasileira promovendo uma grande reestruturação.

Os novos investimentos estão focados em combos de internet e TV a cabo, além de possuir um quadro de funcionários mais enxuto e uma solução para encarar o app WhatsApp, uma vez que a receita de ligações vem registrando perdas consideráveis.

De acordo com o executivo, para reverter à situação das receitas há alguns anos tem apostado na oferta de serviços digitais, inovando com soluções que priorizam o conteúdo gerado pelo usuário, como o Vivo Meu Show e Vivo Meu Negócio, que trazem concursos e premiações de até R$ 500 mil.

Além disso, a base de 88 serviços digitais e outros recursos inovadores que serão lançados ainda neste ano são fundamentais para atender às novas demandas de comunicação de seus clientes.

“A estratégia já mostra resultados bem-sucedidos. No segundo trimestre deste ano, a receita de dados e SVA (serviços de valor agregado) aumentou sua representatividade sobre a receita líquida de serviço móvel para 46,1% e evoluiu 9,6 pontos percentuais ano contra ano”, declarou Genish.

A receita de dados e serviços digitais, por sua vez, tornou-se a maior arrecadadora em receitas móveis com R$ 2,686 bilhões, crescimento de 33,5% na comparação com os últimos três anos.

Entretanto, quando assunto é WhatsApp o executivo é categórico ao afirmar que defende o conceito “same services, same rules” (mesmos serviços, mesmas regras), que está sendo debatido em vários países do mundo e, que suporta a isonomia entre os agentes do mundo digital e as operadoras de telecomunicações.

Deste modo, Genish deseja regras iguais para atividades semelhantes, uma vez que o cenário atual apresenta um desequilíbrio – as operadoras precisam cumprir regras de qualidade, abrangência, atendimento e outros; enquanto os apps VoIP operam esse serviço sem licença, isento de impostos, sem atender a demandas judiciais de monitoramento e quebra de sigilo, e utilizando os números de telefone das operadoras.

O desequilíbrio gera uma distorção concorrencial no mercado, assim, o presidente da Vivo almeja que todos estejam sujeitos às mesmas regras fiscais e jurídicas, favorecendo um ambiente competitivo, justo e que incentive investimentos. As declarações e informações foram divulgadas pelo portal Exame.com.

(Da redação)

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